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quinta-feira, 4 de março de 2010

A Comissão Comissão Parlamentar de Inquérito vai trazer-nos a verdade virá Nua e Crua: A Crise tem que acabar!

Sobre o estado em que se encontra o país de quase ingovernabilidade, com um Governo sem prestígio algum e com os portugueses a dizerem-se fartos das escutas, das audições na Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, eu já escrevi no Facebook o que penso, de várias maneiras, consoante a questão era colocada no "post" principal.

Mas digo aqui e agora que eu também ando farta das escutas, etc. Mas, como cidadã, exijo saber como o Governo está a governar e quero que a AR fiscalize isso mesmo. E, tal como eu defendia, mesmo antes de o BE ter decidido pedir uma Comissão Parlamentar de Inquérito, vamos, finalmente, ter a tal Comissão Parlamentar de Inquérito, que será da máxima importância. As audiências da Comissão de Ética, não são suficientes para esclarecer a AR e os portugueses me parecem merecerem ser esclarecidos.

Esta Comissão de Inquérito, que virá a ser formada, terá poderes que as audições da Comissão de Ética não têm.

E eu sei que o BE tudo fará para apurar a verdade dos factos, não se deixando enganar de forma alguma, exigindo todos os elementos necessários, que agora não pode exigir, e que depois não lhe poderão ser negados. A verdade virá nua e crua!!!

Não queremos condenar ninguém, nem podemos. Não é essa a questão. A questão é política e temos o direito aos factos políticos. Não podemos viver sob suspeitas permanentes, desconfianças que ainda fazem com que os portugueses se afastem, cada vez mais, da política e não acreditem nos seus representantes.

JOÃO
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A Frase:

"A crise podia ter sido evitada, se o primeiro-ministro, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça e o procurador-geral da República tivessem falado, logo no início, com clareza e frontalidade".

Diogo Freitas do Amaral, "Visão", 04-03-2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Centro de Almada vai ter Transportes Urbanos Flexíveis - Para quando Mini-Autocarros para a Charneca de Caparica?!

Há muito que desejávamos mini-autocarros para circularem por dentro da maior freguesia do concelho de Almada: a Charneca de Caparica. Não precisam de ser eléctricos. Têm é que chegar às ruas estreitas e à Charneca que não tem transportes... nem os ouvem, sequer, passarem... Os Charnequenses agradeciam muito!
JOÃO
Centro de Almada terá transportes urbanos flexíveis
 Ambiente

A Câmara Municipal adquiriu dois mini-autocarros eléctricos que brevemente funcionarão em Almada Centro, inclusive na zona pedonal da cidade.

A Câmara Municipal de Almada adquiriu dois mini-autocarros eléctricos, vocacionados para funcionar em centros históricos. Esta aquisição foi objecto de co-financiamento por parte do Governo português, através do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), em resultado de uma candidatura bem sucedida, apresentada pela Câmara Municipal de Almada ao programa de Mobilidade Territorial.

As dimensões e capacidade de manobra destes mini-autocarros eléctricos permitem a sua circulação em ruas estreitas como as da zona histórica de Almada. A ausência de emissões gasosas e o baixo ruído emitido por estes veículos eléctricos reduzem o impacto associado à sua circulação numa zona urbana sensível, tornando-os um meio de transporte prático e eficiente nestes locais.

Nesta fase do processo, em que se aguarda a entrega das viaturas, a Agência Municipal de Energia de Almada juntamente com o Município estão a elaborar um estudo de procura para a implantação deste novo serviço de transporte, denominado FLEXIBUS.

O que são transportes urbanos flexíveis?

Os transportes flexíveis caracterizam-se por funcionar sem paragens nem horários fixos, recolhendo os passageiros a pedido na rua ou por marcação prévia. A gestão deste tipo de sistema de transportes normalmente utiliza tecnologias de informação e comunicação, de modo a aumentar a sua eficiência e proximidade ao cidadão.

A aposta neste inovador modo de transporte foi potenciada pela participação de Almada no projecto europeu FLIPPER, Serviços de Transporte Flexível e Plataforma TIC para a Eco-Mobilidade em Áreas Urbanas e Rurais na Europa. O projecto é co-financiado pelo Programa Europeu INTERREG IVC e tem como objectivo conceber e desenvolver serviços de transporte urbano flexível e a pedido.

Para além da Câmara Municipal de Almada, participam no projecto Flipper 11 entidades de diversos países europeus, coordenadas pela Autoridade de Transportes Públicos de Bolonha (Itália). O projecto compreende também a participação em acções de formação, workshops e visitas técnicas sobre este tema.

O próximo evento público do projecto, será o Workshop “Serviços de Transporte Urbano Flexível”, que decorrerá em Almada no próximo dia 23 de Março e contará com a presença de especialistas nacionais e estrangeiros, que apresentarão a sua experiência na operação deste tipo de serviço inovador.

Inquérito Flexibus – Colabore!

Durante os meses de Fevereiro e Março, decorrerá um inquérito de rua, com o qual se pretende recolher informação que permita caracterizar as necessidades de transportes dos residentes no centro de Almada e Almada Velha. A informação obtida será utilizada para dimensionar o serviço de acordo com as necessidades dos seus potenciais utilizadores.

Caso seja abordado por um dos inquiridores, participe!

Mais informações
AGENEAL - Agência Municipal de Energia de Almada
Tel. 21 272 23 80
E-mail: ageneal@ageneal.pt
http://www.ageneal.pt/
www.m-almada.pt/ambiente
www.interreg4cflipper.eu/
04/02/2010

Fonte: CMA

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Bloco propõe comissão parlamentar de inquérito

Bloco propõe comissão parlamentar de inquérito
07-Feb-2010
Francisco Louçã anunciou que o Bloco de Esquerda vai propor a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito, para esclarecer a intervenção do governo em relação à TVI.

Segundo a agência Lusa, Francisco Louçã apresentou a proposta do Bloco em conferência de imprensa e justificou-a com os extractos do despacho do juiz do caso Face Oculta, divulgados na passada Sexta feira pelo jornal Sol, segundo os quais o magistrado considera haver "indícios muito fortes da existência de um plano", envolvendo o primeiro-ministro, José Sócrates, para controlar a estação de televisão TVI.

"O primeiro-ministro já foi confrontado no Parlamento sobre se conhecia ou não a compra da TVI. E o primeiro-ministro faltou à verdade ao Parlamento. Disse-o de uma forma bastante económica algum tempo mais tarde, dizendo que não tinha tido conhecimento oficial. Mas, portanto, tinha conhecimento. O que houve de novo na sexta feira foi um documento de um tribunal. Não foi a divulgação de escutas, foi um documento de um magistrado, uma opinião fundamentada de um magistrado e ela nós tomamos em consideração", disse Francisco Louçã.

Para o Bloco a questão judicial está encerrada e é "totalmente infundado" que a informação divulgada contenha indícios de um "eventual crime contra o Estado de Direito, que na nossa ordem jurídica quer dizer crime de terrorismo", disse Louçã.

"Os tribunais superiores decidiram que não haveria outras investigações criminais decorrentes dessa matéria. Por nós, o processo judicial está encerrado. Não pedimos que se reabra e achamos que é medíocre quem, perante a sua fragilidade política, acha que os tribunais devem intervir na política com os critérios da política".

"O que nós temos é de outra natureza, mas é maior, é mais importante, porque tem que ver com a liberdade e a forma como o Governo, com toda a lisura e equilíbrio, tem de actuar perante todos os órgãos de comunicação social", acrescentou.

A constituição de uma comissão parlamentar de inquérito exige um mínimo de 46 deputados. Francisco Louçã espera que não existam dificuldades para a constituição da comissão e que o próprio Partido Socialista a viabilize, já que se trata de clarificar as relações entre o Estado e a comunicação social, neste caso concreto.

"Faço um apelo forte a todos os partidos parlamentares para que esta comissão possa funcionar num prazo curto, possa ouvir quem tem de ouvir e possa esclarecer os portugueses sobre se, sim ou não, houve uma intervenção do Governo para determinar, condicionar ou influenciar a compra de um canal de televisão por razões de influência sobre a sua linha editorial", disse.