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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Bloco de Esquerda Solidário com o Povo da Madeira

Não temos qualquer tipo de dúvidas: os portugueses estão todos solidários com a população da Ilha da Madeira que é, também, parte importante do nosso Portugal.
Estamos especialmente solidários com todas as famílias enlutadas. Todos faremos qualquer coisa, por muito pequena que possa ser ou parecer, para AJUDAR a AJUDAR... a Madeira e os madeirenses. A Madeira vai voltar a sorrir!
Pela gestão do Blog
JOÃO
Bloco solidário com o povo da Madeira

21-Feb-2010
O Secretariado Nacional do Bloco de Esquerda enviou já uma mensagem de solidariedade à organização do Bloco na Madeira, expressando o seu pesar pela situação dramática vivida pelas famílias da região.
Na sua mensagem, o Secretariado Nacional do Bloco «manifesta o seu apoio para com a organização do Bloco na região da Madeira, expressando também a sua solidariedade para com as comunidades afectadas pelo temporal que assolou a ilha da Madeira no sábado passado».
A mensagem do Secretariado Nacional também se dirige «às famílias directamente atingidas pela catástrofe» a quem o Bloco «apresenta as suas condolências pelas vítimas do temporal», reafirmando o seu apoio solidário e lamentando também as perdas materiais.
O Coordenador da Comissão Política do Bloco, Francisco Louçã, defendeu este domingo, num almoço com militantes e simpatizantes de S. Paio de Oleiros, em Sta. Maria da Feira, que a reconstrução da Madeira deve evitar os erros técnicos que ampliaram o efeito do temporal que atingiu a ilha.
“É preciso que o Estado e o país saibam respeitar o luto das famílias atingidas, ajudar na recuperação dos feridos (…) e dar o apoio necessário na reconstrução”, afirmou.
No entanto, Francisco Louçã espera a que “essa reconstrução saiba evitar os erros que tornaram mais grave esta calamidade, como é o caso da construção sobre ribeiros”, o que limitou a dimensão dos canais naturais da água e impediu o seu livre curso.
Esses erros “transformaram os canais em verdadeiros canhões de água que destruíram pontes e construções importantes”, declarou Louçã, e por isso considera que “a sensatez é agora indispensável” para que os trabalhos de reconstrução permitam “dar as melhores garantias de protecção a que os madeirenses têm direito”.

Lê também:
Comunicado do Bloco Madeira

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Igualdade por Inteiro - Regular Direitos Individuais por Referendo É um ABSURDO!

Regular Direitos Individuais por Referendo - direitos fundamentais dos cidadãos, consagrados na nossa constituição -, é um ABSURDO!
A discriminação de dois seres que se amam e vivem juntos, ao ser-lhes negado o direito ao casamento civil, que existe para vários outros casais que também se amam e vivem juntos, é uma falta de respeito para com esses seres humanos, só porque acontece serem do mesmo género… A esses cidadãos tem sido vedado o direito a um bem jurídico a que deveriam ter direito, tal como os heterossexuais têm.
Ninguém tem o direito de referendar direitos humanos! Os direitos humanos fundamentais devem ser legislados pela Assembleia da República, acabando de vez com esta discriminação e com os debates "tristes" de mentalidades tacanhas e hipócritas, que ouvimos nas rádios e na televisão e, também, com os comentários nojentos e indignos que são feitos por escrito nos jornais on-line e nos Blogs, como se a homossexualidade fosse uma perversão.
Perversas são as pessoas que não se tocam quando se vêem a fazerem as figuras que eu vi fazerem hoje os que "transportavam" as imensas assinaturas, na AR, para que um referendo fosse feito. Os seus argumentos eram tão ocos! Tão mesquinhos!
Não se faz, também, um referendo sobre uma promessa eleitoral que foi sufragada pelos portugueses nas recentes legislativas.
O referendo implica em gastos para o Estado e seria pouco participado, enquanto o casamento civil entre seres do mesmo sexo não traz custos para nenhum contribuinte nem tira a validade, nem a dignidade aos casamentos dos heterossexuais.
Sejamos democratas! Os Portugueses já disseram sim aos casamentos gays!
JOÃO
Igualdade por Inteiro
04-Jan-2010
Nos primeiros dias do ano vão ser discutidos vários projectos de lei, em que se destacam o do PS e o do Bloco de Esquerda. O do PS reconhece o casamento, o que é um grande avanço (há seis meses o PS votou contra esse reconhecimento) mas impõe como contrapartida a proibição do acesso dos casais homossexuais à candidatura à adopção de crianças. O do Bloco não aceita essa proibição, que é de facto inconstitucional, dado que não pode uma pessoa ser excluída de acesso a acções institucionais por razão de orientação sexual. Vai ser assim criado um imbróglio jurídico que vai atrasar a legalização do casamento, porque o PS o quer misturar com uma disputa acerca da adopção, que naturalmente chegará ao Tribunal Constitucional.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Louçã critica crise da justiça e pede combate à corrupção


No encerramento das jornadas do esquerda.net, o coordenador bloquista reforçou o apelo ao “combate pela transparência e contra a corrupção” através das leis que o Bloco leva a discussão parlamentar no início de Dezembro. Louçã pediu esclarecimentos a Sócrates sobre a existência de sacos azuis nas empresas públicas e de pressões para a escolha e o afastamento de dirigentes de empresas públicas, como a Refer, em nome de interesses particulares.

“O país tem que ter a certeza de que não há, não houve, não terá havido e não pode haver pressões para que, em nome de interesses particulares, se escolhem ou se afastem dirigentes de empresas públicas, como o caso da Refer”, afirmou Louçã dirigindo-se ao primeiro-ministro, que no seu entender deverá prestar essa garantia porque “tudo tem que ficar claro”. E acrescentou que “o país tem que ter a certeza de que não há sacos azuis nas empresas públicas, que possam servir para contabilidades paralelas” nem pressões do governo junto de administrações bancárias para dar ou retirar o investimento publicitário deste ou daquele órgão de comunicação social.

Os entraves ao combate à corrupção passam também pelo estado da Justiça, que o deputado bloquista vê mergulhada numa "crise gravíssima", porque "não tem meios para investigar, não tem recursos para combater o crime mais complexo e porque não há segredo de Justiça quando era necessário para fazer uma investigação competente”. E para cúmulo, “aparentemente, não há hierarquia e não há capacidade de decisão dos agentes judiciários que representam o Estado” e “muitas vezes, os maiores representantes do Estado na Justiça não se entendem eles próprios sobre a interpretação e a aplicação da lei”, declarou Louçã.

São estas "cortinas de fumo" no combate à corrupção que o Bloco se propõe combater. Quanto às escutas das conversas entre Armando Vara e José Sócrates, o Bloco "não tem nada a dizer". “Não as conhecemos, não as queremos conhecer. Se elas forem relevantes, são relevantes para a Justiça e só podem ser relevantes se tiveram indícios criminais”. “Tudo no resto que tenha a ver com conversas de conteúdo político ou qualquer outro entre pessoas no âmbito privado é irrelevante para a Justiça, portanto não nos interessa”, afirmou o deputado do Bloco. (in Esquerda.Net 22-Nov-2009)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Francisco Louçã - A Primeira Biografia


Francisco Louçã - A Primeira Biografia
Chancela: Bertrand Editora
154 Páginas/PVP: 16,50 €
http://www.bertrand.pt/calendario/lista.php
vascodagama.livraria@bertrand.pt

Segunda-Feira, 16 Novembro 2009

Tem hoje lugar o lançamento da primeira Biografia do dirigente e Deputado do Bloco de Esquerda desde 1999 - ano em que o BE se formou -, Francisco Louçã, reputado Economista, Professor Universitário e Político. Um homem de CAUSAS!

Esta biografia é da autoria de António Simões do Paço, Jornalista, Editor e Historiador , e é uma edição Bertrand.

O evento está agendado para as 17h30, na livraria Bertrand, no C. C. Vasco da Gama, Loja 2071/73, na Av. D. João II, Lote 1.05.02, 1990-094 LISBOA, e com apresentação do livro por Fernando Alves.

JOÃO

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Debate do Programa de Governo: Louçã abriu e Fazenda encerrou pela bancada do BE


No debate do Programa de Governo, Francisco Louçã abriu, ontem, dia 5, o debate pela bancada do Bloco de Esquerda e Luís Fazenda encerrou o debate, hoje, dia 6.
Ficam os respectivos vídeos; do Fazenda são 2.
JOÃO



sábado, 3 de outubro de 2009

opinião


Devo confessar que pertenço àquele grupo de info-excluídos que persiste na luta pela inclusão. O motivo não reside no que os outros dizem ou pensam, mas porque, de facto, vejo as vantagens que advêm do uso das novas tecnologias como novas formas de comunicação. É como, sei lá? Tornar compatível, melhor, tornar complementar o local e o global, é congregar sinergias diversificadas para um maior enriquecimento individual é, no fundo, um meio de aculturação democrática (porque não há imposições). Enfim, vale o esforço, apesar do mau uso que inúmeras vezes se fazem delas.
Confesso também (caramba, parece que estou num confessionário, haja pelo menos alguém que me absolva…), que é a primeira vez que participo num blog. Consulto um de BTT (sempre fica bem dizer isto), mas como, apesar de praticante, nada tenho a dizer sobre essa matéria sou, digamos, um participante passivo e muito esporádico.
 Depois desta pequena introdução direi o seguinte: mesmo que o blog charnecabloco, não contribuísse para mais nada, o que, obviamente não é o caso, já tinha realizado um feito histórico: "obrigar-me" a sacrificar a sesta, deitar-me depois das dez da noite (vá lá das onze!) para participar no blog é obra. Quem consegue este feito pode esperar tudo, até ser presidente de uma Junta.
Quanto a ti Joaninha, desafio-te a aliciar-me. Eu vou-te enviando umas "deixas"… a propósito, e para começar, concordas que o Louçã na noite das eleições não tenha dado os parabéns ao vencedor?
armando