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sábado, 13 de fevereiro de 2010

20 Anos da Libertação de Mandela - Celebrados no dia 11 de Fevereiro de 2010

Nelson Mandela, um dos meus “Seres Favoritos”
Passou 20 anos detido. Fez anteontem, dia 11 de Fevereiro, 20 anos sobre a libertação deste ser extraordinário que nasceu em 18 de Julho de 1918 na África do Sul, e que teve uma vida de sofrimento, vivida em prol da cidadania, lutando pelos direitos humanos dos Sul Africanos.
Recebeu vários prémios merecidos, entre eles, o Prémio Nobel da Paz, em 1993, que dividiu com Frederik de Klerk.
Formado em Direito, foi o principal representante do movimento anti-apartheid, como guerrilheiro e activista em luta pela liberdade. E, como o representante dos que justamente lutavam pela liberdade e o fim do apartheid, Mandela foi considerado terrorista e detido por 20 anos!
Em 1994, tornou-se Presidente da África do Sul, naquelas que foram as primeiras eleições multirraciais do país.
11 de Fevereiro de 1990 eu senti-me uma das pessoas mais felizes do Mundo!
Mandela: Um Grande Homem! Um exemplo!
JOÃO
20 anos da Libertação de Mandela
11-Feb-2010
Em 11 de Fevereiro de 1990, Nelson Mandela era libertado da prisão de Robben Island, onde passou 27 anos preso. O ex-presidente sul africano será homenageado no parlamento sul-africano.

Há 20 anos, Nelson Mandela deixava o centro correccional Victor Verster, para onde havia sido transferido dezoito meses antes. Quatro anos depois Mandela viria a ser eleito o primeiro presidente negro da África do Sul, cargo em que permaneceria até o final de seu mandato em 1999.

Diversas homenagens foram feitas diante da entrada do centro Victor Verster, transformado nesta quinta-feira em um monumento histórico. Na chegada ao parlamento sul-africano Mandela estava acompanhado de sua esposa Graça Machel e foi protegido do público devido ao seu frágil estado físico.

Após uma caminhada que refez o caminho de Mandela quando ele deixou a prisão Victor Verster, políticos e veteranos da luta contra o apartheid se reuniram próximo a uma estátua que o representa dando seus primeiros passos de homem livre, com o punho erguido em sinal de vitória.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Derrube do Muro de Berlim - Vinte anos passados… Voto de Saudação do BE


Aconteceu na noite de 9 para 10 de Novembro de 1989, há 20 anos.
Deixo-vos com a matéria que saiu na ESQUERDA.NET sobre a apresentação do voto do Bloco de Esquerda pela deputada Catarina Martins, voto de saudação pela queda do Muro de Berlim, apresentação a que eu assisti pela TV AR - na passada Quarta-Feira, dia 11 de Nov -, e que me deixou de queixo caído por só os Verdes terem apoiado o Bloco neste voto.
Deixo, também, o texto do voto apresentado pelo Bloco de Esquerda.
JOÃO

PS, CDS e PCP chumbam voto sobre os 20 anos da queda do Muro
12-Nov-2009

Nesta Quarta feira na Assembleia da República, o PS, o CDS e o PCP juntaram os seus votos para chumbar uma saudação apresentada pelo Bloco de Esquerda, a respeito da queda do Muro de Berlim há 20 anos.

Saudando a mobilização popular que fez cair um regime repressivo, o voto assinalava a construção de outros muros, como na Palestina, na fronteira entre os Estados Unidos e o México ou noutros lugares do planeta, e condenava todas as restrições aos direitos democráticos.

O PS preferiu alinhar com os votos apresentados pelo PSD e CDS, que recapitulavam a teoria do fim da História. A deputada Catarina Martins lembrou à direita e ao PS que o discurso da Guerra Fria sobre o "mundo livre" era feito quando em Portugal havia uma ditadura protegida por essa Guerra Fria. O PCP opôs-se a todos os votos que se referiam aos 20 anos da queda do Muro, enquanto os Verdes votaram com o Bloco de Esquerda.

Voto n.º.../XI de Saudação pela Queda do Muro de Berlim

As imagens da alegria contagiante e autêntica vivida por milhares de berlinenses na madrugada e dia 9 de Novembro de 1989, com a queda do Muro e com a promessa de democracia e de liberdade individual, convocaram o mundo para uma poderosa promessa de liberdade.
Hoje, vinte anos passados sobre a vitória da lenta, persistente e tantas vezes ignorada resistência contra a opressão, sabemos que a liberdade de circulação de capitais suplantou largamente a liberdade política e a progressão da democracia convocada pelos acontecimentos de Berlim.
Onde caiu o muro da vergonha outros se levantaram. Na Cijordânia e em Gaza, entre os Estados Unidos e o México, em Mellilla ou Fafah, ou entre as duas Coreias. Muros e barreiras que se ergueram ignorando os apelos internacionais e as vozes de protesto que pedem o respeito pelos mais elementares direitos humanos.
Reunida em Plenário, a Assembleia da República expressa a sua congratulação pela queda do Muro de Berlim, na expectativa de que todos os muros e barreiras artificiais sejam levantados, no cumprimento do mais elementar respeito pelos direitos humanos.