Participa nas Assembleias de Freguesia da Charneca de Caparica !

Mostrar mensagens com a etiqueta debate. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta debate. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O PEC é um Monstro e Alimentador da Pobreza - Debate de Urgência marcado pelo Bloco sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão Social"

No Debate de Urgência de hoje, marcado pelo Bloco de Esquerda sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão social", a Ministra do Trabalho nada fez senão "calar-se" às perguntas dos deputados e elogiar as políticas sociais do seu Partido Socialista.
Não percas esta intervenção do deputado do BE José Manuel Pureza.
Para veres as intervenções dos BE na AR, para além das que deixo neste “post”, clica aqui.
JOÃO
José Manuel Pureza: "o PEC é um alimentador da pobreza"
bloconoparlamento — 8 de Abril de 2010 — O deputado José Manuel Pureza encerra o Debate de Urgência marcado pelo Bloco de Esquerda sobre exclusão social, referindo-se aos salários dos gestores públicos, aos desempregados e à diminuição do subsídio de desemprego. Pureza conclui que "as Políticas económicas do Governo geram pobreza em vez de as combater".

Debate de Urgência marcado pelo Bloco sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão Social" - Quantas Pensões valem os António Mexia deste País

Hoje, na AR, houve um Debate de Urgência marcado pelo Bloco de Esquerda sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão social", com a presença da Ministra do Trabalho que, referindo-se ao Bloco de Esquerda, foi insultuosa porquanto referiu a reduzida existência temporal do BE – que vai em cerca de 11 anos já! -, esquecendo-se que o BE é composto por vários partidos que estão na luta democrática desde 1974, tendo a UDP sido representada no Parlamento Português durante muitos anos e antes da formação do Bloco de Esquerda.
O intuito do BE foi referir-se aos prémios e salários milionários e altamente escandalosos dos gestores públicos, aos 200 mil desempregados que não têm qualquer apoio social – mesmo pessoas com qualificações para cima da licenciatura, como o meu filho -, e ao tecto imposto pelo Governo, através do seu PEC, para as despesas sociais, DEC esse que é de estabilidade, mas não de crescimento, pois não vai gerar investimento, emprego e, por isso, não vai tirar a maioria das famílias da pobreza em que estão mergulhadas, mesmo aquelas que ainda têm emprego.
Para veres as intervenções dos BE na AR, para além das que deixo neste “post”, clica aqui.
JOÃO

Helena Pinto: "qual é o limiar para os António Mexia deste país?"
bloconoparlamento — 8 de abril de 2010 — A deputada Helena Pinto intervém no Debate de Urgência marcado pelo Bloco sobre "Política de rendimentos, desigualdades e exclusão social", referindo-se aos prémios e salários dos gestores públicos (António Mexia, Rui Pedro Soares, Zeinal Bava, entre outros), aos 200.000 desempregados que não têm qualquer apoio social e ao tecto para as despesas sociais, introduzido pelo Governo com o Programa de Estabilidade e Crescimento. Com efeito, a deputada bloquista caracteriza o PEC como "o caminho da desistência".

José Soeiro: "quantas pensões vale o Mexia?"
bloconoparlamento — 8 de Abril de 2010 — O deputado José Soeiro intervém sobre exclusão social referindo-se ao património histórico do PS em termos de políticas sociais, ao enorme índice de desemprego e aos salários dos gestores públicos.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O Deputado do BE, Dr. João Semedo, intervém sobre Unidose, no Debate Parlamentar

Hoje no Parlamento, foi debatida a proposta do CDS sobre os medicamentos em unidose.
Eu também quero o sistema da unidose implementado em Portugal. Mas não com a proposta do CDS.
O Bloco de Esquerda apresentou já uma proposta que é muito mais benéfica e eficaz, pois, a ser aprovada, a unidose poderia ser implementada já.
Para os que dizem que a unidose pode ter consequências de não garantia da qualidade do medicamento, eu digo que são balelas.
Em 1968 eu fui estudar e viver em Inglaterra e já havia o sistema de unidose que ainda vigora.
Eu estou com o deputado João Semedo!
Por favor ouçam ã intervenção do deputado do Bloco de Esquerda, o médico João Semedo.
JOÃO
João Semedo intervém sobre Unidose

bloconoparlamento — 7 de Abril de 2010 — O deputado João Semedo intervém sobre a proposta do CDS-PP relativa à disponibilização da unidose. Semedo realça que a unidose estava no Programa do PS e que, inclusivamente, o Governo assinou protocolos com a Associação Nacional de Farmácias que previam a unidose. O deputado do Bloco referiu-se ainda ao voto contra na proposta do Bloco que previa a disponibilização de medicamentos em unidose através do Serviço Nacional de Saúde.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Não seria fácil acabar com a corrupção... fosse essa a vontade política?



A corrupção terá os dias contados quando for possível tornar transparente e passível de análise os créditos (não os débitos) das contas bancárias de qualquer cidadão ou entidade, bem como os aumentos repentinos de património!

domingo, 8 de novembro de 2009

Porque a educação é fundamental para o nosso desenvolvimento...

Ana Drago questiona governo sobre avaliação dos professores (5 de Novembro de 2009)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Luís Fazenda encerra debate do BE na AR - Ausência de combate à corrupção foi "buraco negro do debate"

Adorei ver e ouvir Luís Fazenda a encerrar o debate, por parte da bancada do Bloco de Esquerda, eu que temi, depois das Autárquicas, não o ver mais no Parlamento.
A ausência de debate por parte do Governo e do PS sobre a CORRUPÇÃO, que devia ter sido uma preocupação que merecia honra de abertura dos Trabalhos por parte do Primeiro-Ministro e por parte do PS, partido vencedor das legislativas, foi o CASO deste debate sobre o Programa do Governo.
Não perdi um único minuto de debate. Fiquei com a ideia, como todos aliás, que o PS tinha ganho com maioria absoluta. E não gostei da forma como o PM respondeu, ontem, a Francisco Louçã sobre ele, PM, ser o Primeiro-Ministro e não Francisco Louçã, como este queria... Enfim! este tipo de condutas não dignifica o PM, nem o cargo, nem a política de seriedade. Eu bem sei que poderia ter sido uma brincadeira... Mas não a usaria na AR em directo e em resposta a uma intervenção brilhante feita por Louçã.
Aliás, o PM prima por não dar respostas e fazer muitas perguntas. Mas o facto de ele ter uma maioria relativa valoriza o papel do Parlamento, visto a democracia ser, assim, reforçada pela necessidade de negociação para fazerem passar a legislação...
Só este facto deveria fazer com que o PM fosse ao Parlamento com outra atitude; pelo menos deixar de ignorar as perguntas da Assembleia, na figura dos seus deputados legitimamente eleitos e passar a ouvir, com atenção, as outras forças políticas, coisa que o PM ainda não interiozou que tem que aprender a fazer.
O Parlamento vê, assim, com esta maioria relativa do PS, a sua fiscalização reforçada. O Governo tem que Governar e a AR tem que deixar governar. Mas o absolutismo do PM tem que acabar!
Deixo aquela que foi para mim a FRASE DO DIA:
"Senhor Primeiro-Ministro, reconcilie-se com a Constituição da República..."
Luís Fazenda, no debate da AR - Hoje, dia 06-Nov-2006

JOÃO

Ausência de combate à corrupção foi "buraco negro do debate"
06-Nov-2009

Luís Fazenda encerrou o debate do programa de governo pela bancada bloquista e acusou o governo de querer colocar a oposição "entre a espada e a parede". A ausência de medidas de combate à corrupção mereceu as maiores críticas da bancada bloquista.

As primeiras críticas de Luís Fazenda foram para a atitude com que o governo se apresenta nas primeiras semanas de actividade e neste debate do programa de governo. "Não é por acaso que a avaliação dos professores ganhou uma centralidade neste debate", afirmou o deputado bloquista para demonstrar que esse tema serve hoje para medir "a capacidade de diálogo do governo Sócrates 2".

Fazenda respondeu à intervenção de José Sócrates na véspera. "Enquanto António Guterres avisava a oposição que se colocasse o governo entre a espada e a parede, escolheria a espada, José Sócrates diz às oposições: 'olhem que vamos pôr-vos entre a espada e a parede'. É uma revisitação de Guterres, mas ao contrário", defendeu Fazenda.
"Este é um governo minoritário, mas absoluto. E é assim que quer relacionar-se com a oposição. É um mau começo", prosseguiu Luís Fazenda, que não deixou de assinalar a responsabilidade política do governo em prosseguir a desregulamentação dos mercados financeiros e as privatizações que não constaram no programa do governo".
Mas foi a ausência de medidas de combate à corrupção por parte do PS que mereceu as maiores críticas no encerramento deste debate. Fazenda desafiou o governo a "no mínimo, seguir o exemplo do governo espanhol no que respeita ao sigilo bancário". "Aquilo que o PS aqui deixou como linha motriz para a legislatura acerca do combate à corrupção é pouco menos que nada. E esse foi o ponto negro, o buraco negro do debate do programa do governo", concluiu o deputado do Bloco.