O SOL viu a luz do dia, como sempre. Nem a Providência Cautelar impediu que isso acontecesse. E saiu livremente, sem ter cortado nada.
E isto demonstra aquilo que não deve ser feito nem pedido: um Julgamento Público e Popular. Nem devemos aceitar que nos queiram fazer sentir que estamos de volta à época de criminosos fascistas...
Temos liberdade de expressão e há liberdade de imprensa! E se há suspeitas de que o Governo tentou condicionar essas liberdades, então volto a sublinhar:
Aos tribunais o que é da justiça; ao Parlamento o que é da política. Este caso é um caso político que vai ser esclarecido no Parlamento. Temos que acreditar no nosso Parlamento que deve fazer um esclarecimento cabal sobre tudo o que envolve os alegados procedimentos do Governo para calar a Comunicação Social, através de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. E é nessa comissão que os portugueses devem apostar, exigindo que ela seja feita.
JOÃO
Providência cautelar não impediu a publicação do SOL
12-Feb-2010
O administrador executivo da PT, Rui Pedro Soares, tentou impedir a publicação de textos relacionados com o conteúdo das escutas que o envolviam, mas não conseguiu. Bloco classificou a situação como “episódio incendiário” e insiste na necessidade de esclarecimentos do Governo.
Não se considerando notificadas, a administração e a direcção do semanário confirmaram na noite desta quinta-feira que prosseguiriam com a publicação do jornal.
Assim, o semanário Sol publica mais um longo dossier sobre uma alegada conspiração do Governo com vista ao controlo da comunicação social. Segundo o jornal, a estratégia, que designa por “o polvo”, incluía um “plano para controlar o Diário de Notícias, o Jornal de Notícias e a rádio TSF”, tendo como base a Portugal Telecom (PT).
O líder parlamentar do Bloco, José Manuel Pureza, abordou a notícia da providência cautelar durante a sua intervenção no encerramento do debate sobre o Orçamento do Estado, que teve lugar esta quinta-feira no parlamento.
“Perante o episódio incendiário de hoje, quero reafirmar ao parlamento que o Bloco de Esquerda mantém como sempre a mesma atitude de separação entre a justiça e a política e de procurar aqui mesmo - que é o local próprio para a fiscalização dos actos do governo - todo o esclarecimento que é devido ao país para que não reste nenhuma dúvida", afirmou Pureza.
Francisco Louçã defendeu esta sexta-feira, em declarações à Lusa, a propósito da comissão de inquérito que o Bloco solicitou à Assembleia da República para averiguar a interferência do Governo na Comunicação Social, que não é aceitável falar de espionagem política a propósito de investigações judiciárias.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Agora já vi a capa de o SOL... Resta saber se ele vai mesmo nascer para todos!
Tenho estado a pensar se o "Sol" nascerá para todos, esta manhã, em Portugal...
Agora já vi a capa de o SOL...
Resta saber se ele vai mesmo nascer para todos!
Ao acordar veremos...
JOÃO
Agora já vi a capa de o SOL...
Resta saber se ele vai mesmo nascer para todos!
Ao acordar veremos...
JOÃO
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