Participa nas Assembleias de Freguesia da Charneca de Caparica !

Mostrar mensagens com a etiqueta Poeta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poeta. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Letra de Poema de Manuel Alegre - Poeta e Político


Deixo um poema de Manuel Alegre que saiu na Agenda de Almada, N.º 95 - Abril 2010 (publicação da C.M.A.)

JOÃO


Clica sobre a imagem para a aumentares!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Trova do Vento que Passa - O Político, o Homem, o Poeta a Presidente!



Ser poeta não é ser incompatível com ser-se um bom político, uma pessoa de excelente carácter e um extraordinário Presidente da República.
Manuel Alegre é fundador do PS, aquele partido de esquerda que, agora, não sabe se o apoiará nesta sua candidatura.
Este comentário é uma resposta revoltada por tanta barbaridade que ouvi ontem à tarde, por parte dos espectadores que entravam no debate sobre a candidatura de Manuel Alegre, na TVI 24... e, até, da militante do PS, participante em estúdio, que não sabe que Manuel Alegre já concorreu à Presidência do PS e que ele foi um dos fundadores do PS e que o PS era um partido de esquerda, por isso normal que o Manuel Alegre se demarque das políticas de direita que o PS, e essa mesma militante que foi já deputada, votavam no Parlamento na legislatura anterior.
O Manuel Alegre ser apoiado pelo Bloco de Esquerda, não faz dele Bloquista, como ela deu a entender. faz dele é um político consciente do que é direita e do que, no PS, ultrapassa, largamente, o âmbito da esquerda.
Se o PS fosse o partido que os portugueses votam como sendo de esquerda, apoiava o único candidato que terá a possibilidade de ganhar as eleições presidenciais. E, ainda, para essa militante do PS que participou no debate, há uma questão que ela pensa não acontecer: Manuel Alegre não vai ter, é verdade, a mesma votação que obteve na candidatura anterior; independentemente de ser ou não, apoiado por Sócrates, vai ter uma votação extraordinariamente superior, e não inferior como ela deu a entender...
JOÃO
O Político, o Homem, o Poeta a Presidente!
Trova do vento que passa

Poema: Manuel Alegre
Voz: Adriano Correia de Oliveira

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Manuel Alegre: Portugal vale a pena. Portugal é de todos.

Manuel Alegre para Presidente da República em 2011!

Manuel Alegre: "Portugal vale a pena. Portugal é de todos."

Na passada Sexta-Feira, dia 16 de Janeiro de 2010, Manuel Alegre veio dizer aos portugueses que está disponível para o combate!

Eu digo-vos que:
"Mesmo na noite mais triste/em tempo de servidão/há sempre alguém que resiste/há sempre alguém que diz não" - Ainda bem que Manuel Alegre continua a RESISTIR e a dizer NÃO! E devemos todos nós os que temos "resistido" e dito "não" apoiar a candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República, assim como aqueles que estão fartos de engolir sapos...

«Trova do Vento que Passa»
  Poema de Manuel Alegre

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio — é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Quem sentiu e escreveu este extraordinário poema, só pode ser a pessoa que Portugal precisa para o representar e, assim, se tornar no seu Presidente da República, o Presidente, de facto, de todos os portugueses. Estamos fartos!
JOÃO